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Inflação dos mais pobres é a menor da história

Com medidas que organizaram o País e uma supersafra que aumentou a oferta de alimentos, comer ficou mais barato no Brasil
Da Redação, com Governo do Brasil / Imagens: Divulgação
11/01/2018 15h15
Queda da inflação impulsiona o consumo. Índice pelo INPC foi de 2,07% no ano passado / Imagens: Divulgação

A inflação para as famílias mais pobres recuou para o menor nível da história, desde 1994. Em 2017, o indicador que mede a variação de preços para esse grupo ficou em 2,07%; para a média do País, o número foi ligeiramente maior, ficou em 2,95%. A queda de preços de alimentos importantes na mesa dos brasileiros colaborou para que o ano fosse melhor para essas famílias. Feijão, arroz, carne, frutas e muitos outros itens ficaram mais baratos no ano passado.

A inflação é medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), e é usado para reajustar aposentadorias de quem ganha acima do salário mínimo. Em dezembro, a variação do INPC foi de 0,26%, ficando 0,08 ponto percentual acima do 0,18% de novembro.

 

Ao fechar 2017 em 2,07%, o INPC, que mede a variação das famílias com renda entre 1 e 5 salários, termina o ano com variação acumulada de 0,88 ponto percentual, abaixo da alta anual do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou o ano passado em 2,95%.

 

Os alimentos tiveram variação de -2,70%, influenciando a retração da taxa relativa ao INPC, enquanto os não alimentícios subiram 4,25%. Em 2016, os alimentos apresentaram alta de 9,15% e os não alimentícios, de 5,44%.

 

Quanto aos índices regionais, o maior foi o de Curitiba (3,24%), tendo em vista a alta de 20,93% na energia elétrica e de 20,40% nos ônibus urbanos. Já o índice mais baixo foi o de Belém (0,74%).

 

O INPC tem a mesma metodologia do IPCA, é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere a famílias com rendimento monetário de 1 a 5 salários mínimos e abrange dez regiões metropolitanas do país, além de Goiânia, Campo Grande e de Brasília.






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